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Quero Montar uma Loja Virtual, mas como começar?

15, janeiro, 2010 Mateus Valgas Sem comentários

como_montar_uma_lojavirtualVocê já deve ter ouvido falar em Vendas pela internet e relatos de muitas pessoas que já estão ganhando dinheiro neste revolucionário mercado do Ecommerce. Ao mesmo tempo, você empreendedor já está pensando em montar sua Loja Virtual para ampliar seu negocio, ter mais clientes e aumentar o seu faturamento.

Neste momento muitas dúvidas aparecem sobre como fazer isso e se esse mundo é confiável ou não, por isso, vamos dar uma clareada nas suas idéias com artigos e dicas para te ajudar a montar sua Loja Virtual e aproveitar o mercado das vendas pela Internet.

Quando se pretende montar uma loja virtual, um dos primeiros passos é checar se já existe alguém vendendo na Internet o produto que você deseja comercializar. Acho que o melhor pontapé é descobrir se já existe ou não alguém no seu segmento vendendo o mesmo produto ou serviço que pretende comercializar.

Caso não tenha nenhuma Loja, ótimo, você poderá se tornar o pioneiro da área, é questão de estudar e analisar como seu Negocio irá interagir com a Internet.

Caso já tenha muitas Lojas, fique tranqüilo, a Internet é muito grande e está em franco crescimento. Sempre terá mercado para aquele que se destacar com seus Clientes.

Neste momento seria interessante você realizar buscas sobre seu produto/serviço, para descobrir e conhecer seus possíveis concorrentes. Utilize sites de comparadores de preço e buscadores para fazer sua pesquisa.

Com posse destas Informações você pode colher quais são os pontos fortes e fracos dos seus concorrentes, assim terá informação e é isso que dá sucesso ou fracasso para uma Loja Virtual.

Pesquisar no Orkut, Twitter e sites de relacionamentos também é muito importante, tente descobrir onde estão seus Futuros concorrentes para conhecer suas estratégias.

De posse destas informações você pode continuar seu planejamento mais consciente, para montar uma Loja Virtual de Sucesso. Confira nossos planos de Hospedagem – www.hostserver.com.br

E-commerce continua a crescer em 2009

4, outubro, 2009 Mateus Valgas Sem comentários

O comércio eletrônico brasileiro continua crescendo neste ano, continuando a manter seu ritmo de expansão na ordem dois dígitos, estimam os analistas de mercado consultados pela Agência Leia.

Na visão dos especialistas, o incremento no faturamento do setor será de dois dígitos, mas em patamar bem inferior às previsões de expansão de 20% a 25%, feitas pela consultoria e-bit no início do ano. O mercado aposta em crescimento de 15% a 17% na receita bruta do setor em 2009.

Segundo dados preliminares da e-bit, o e-commerce brasileiro deve atingir um faturamento de R$ 8,2 bilhões em 2008, aumento de 30% na comparação com 2007. Os números finais do ano passado serão divulgados na próxima terça-feira (17) na 19 edição do relatório WebShoppers.

“O varejo online ainda é um negócio ´saudável´, mas sofrerá desaceleração no ritmo de crescimento neste ano. As vendas serão afetadas pela menor confiança do consumidor e pela redução das vendas de produtos com preço médio alto, como eletroeletrônicos, dependentes do crédito”, afirma o analista da Ágora Corretora, Alan Cardoso.

A analista da Ativa Corretora, Luciana Leocádio, prevê um faturamento do setor de R$ 9,640 bilhões, ou 17,56% acima do esperado para 2008 (R$ 8,2 bilhões). O crescimento de 2008 ante 2007 está projetado em 30,15%. “A diminuição na compra de bens duráveis traz um cenário de curto prazo desfavorável para as empresas do setor”, diz ela.

A questão cultural dos brasileiros de comprar pela internet foi citada pelo analista da Link Investimentos, Rafael Cintra. “O brasileiro ainda é muito reticente com as compras pela web. O crescimento menor para este ano a projeção do especialista é de incremento de 17% não deverá ser de novos clientes, mas sim, do aumento da frequência dos que já compram no ambiente.”

O diretor-executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), Gerson Rolim, mantém suas projeções para o ano de que o setor manterá o ritmo de expansão na casa dos 30%, com faturamento superior a R$ 10 bilhões, informado à Agência Leia no início do mês passado. “Por enquanto, a projeção está mantida, mas na semana que vem, com a apresentação dos resultados oficiais de 2008, os números podem ser revisados”, disse.

Rolim também comentou que a continuação dos cortes na taxa básica de juros, a Selic, é um sinal de que o Comitê de Política Monetária (Copom) está sensibilizado pelos efeitos da crise na economia do País, principalmente no consumo.

A importância da redução da Selic foi observada nas ações ordinárias da B2W (BTOW), única empresa do setor com papéis listados na BM&FBOVESPA. No dia do anúncio do fraco resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2008 e de 2008, o que gerou uma expectativa de uma redução mais agressiva da taxa pelo Copom, os papéis da companhia subiram 11,73% e ontem, no dia da decisão, alta de 1,36%.

Apesar do cenário adverso, algumas das maiores varejistas do mercado brasileiro apostaram firme no e-commerce, como forma de complementar as vendas de suas lojas físicas. No ano passado, a rede varejista Ponto Frio lançou a Ponto Frio.com, numa versão mais aprimorada, já o grupo Pão de Açúcar aperfeiçoou alguns serviços do Extra.com e o Wal-Mart investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico. No início de fevereiro deste ano, a Casas Bahia injetou R$ 3,7 milhões na sua loja virtual e o Carrefour também pensa em tirar do papel o seu projeto de e-commerce ainda este ano.

B2W

No dia 12 de março, após o encerramento das negociações na bolsa brasileira, a maior empresa de comércio eletrônico do País, a B2W, resultante da fusão da Americanas.com e Submarino, divulgará seus resultados relativos ao quarto trimestre de 2008 e ao acumulado do ano passado.

A média das projeções levantadas pela Agência Leia entre as instituições financeiras é de um lucro líquido de R$ 34,65 milhões no quarto trimestre de 2008, alta de 47,44% ante o mesmo período de 2007 (R$ 23,5 milhões). Para a receita líquida, as projeções são de alta de 13,26%, passando de R$ 791 milhões para R$ 895,925 milhões e o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 142,25 milhões, avanço de 17,84% ante o resultado do quarto trimestre de 2007 (R$ 120,7 milhões).

Já a média das previsões para o lucro líquido de 2008 da companhia é de R$ 141,75 milhões, alta de 128,62% na comparação com 2007 (R$ 62 milhões). Para a receita líquida, as projeções apontam para um avanço de 27,93%, para R$ 3,201 bilhões (em 2007, foi de R$ 2,502 bilhões) e para o Ebitda, aumento de 38,83%, passando de R$ 347 milhões em 2007 para R$ 481,75 milhões em 2008.”

Apesar da provável desaceleração das vendas, acreditamos que o resultado do quarto trimestre não deverá surpreender os investidores à medida que números mais fracos já são aguardados pelo mercado”, destaca a equipe de análise da Socopa Corretora, em relatório.

Para a corretora, as taxas de financiamento, que aumentaram consideravelmente no último semestre de 2008, prejudicarão o resultado financeiro da B2W, que tem nos descontos de recebíveis, sua principal fonte de recursos. A Socopa recomenda a compra das ações ordinárias da companhia (BTOW3) a um preço-alvo de R$ 40,00. O potencial de ganho é de 79,37%, com relação ao fechamento de ontem (R$ 22,30).

“Durante o quarto trimestre, principalmente em dezembro, a companhia iniciou uma série de campanhas promocionais, as quais podem afetar a margem bruta. A maior venda de itens de preço baixo, como livros, e incentivo por parte dos fornecedores, podem mitigar o impacto no resultado da B2W. Por isso, projeto uma margem bruta de 29,9% ante os 30% obtidos no quarto trimestre de 2007″, afirma o analista da Ágora Corretora, Alan Cardoso.

A Ágora recomenda a compra das ações da companhia com visão de longo prazo a um preço-alvo de R$ 46,94. O potencial de valorização é de 110,49%, ante o fechado no pregão de ontem (R$ 22,30).

 

Com relação a um ambiente mais competitivo para a companhia, o analista da Link Investimentos, Rafael Cintra, destaca que a participação de mercado da B2W (que em 2007 era de 23,9%) pode ser afetada no longo prazo. “Mas a empresa tem um know-how inquestionável, e não deixará de perder margens. Além disso, a companhia ainda terá ganhos de sinergia com a fusão da Americanas.com com a Submarino”, disse. A Link Investimentos sugere a compra das ações da companhia.

O preço-alvo está em revisão

Já a Brascan Corretora avalia que a B2W terá um curto prazo desafiador, mas enxerga um grande potencial de crescimento, uma vez que o comércio eletrônico brasileiro “ainda apresenta números bastante tímidos”. “Na medida em que observamos uma recuperação do mercado de crédito, a empresa melhorará sua performance de vendas e reduzirá seus custos de financiamento de capital de giro”, afirma o analista Rodrigo Ferraz.

A Brascan sugere a recomendação de “outperform” (desempenho acima da média do mercado) para as ações ordinárias da B2W (BTOW3). O preço-alvo é de R$ 40, com ganho potencial de 79,37% ante o encerrado no pregão de ontem (R$ 22,30).

Por Suzana Inhesta
Fonte: Agência Leia